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Quarta-feira, Julho 04, 2007
De que me adianta tudo isso?
Sei lá.
Por que não me livrei disso tudo ainda?
Sei lá.
Na vida é difícil a gente se desapegar das coisas que a gente gosta.
Aliás, nem precisa gostar tanto. Mas se está com a gente faz tempo, a gente já se acostumou, e aí não consegue se desacostumar.
Quanto tem que começar de novo, do zero, é muito difícil. Dá uma sensação de que é mais fácil ficar com o velho, continuar do jeito que está, "em time que está ganhando não se meche", sabe como é?
Mas às vezes não tem jeito, não. A gente tem que ir embora mesmo, largar tudo para trás e não pensar duas vezes.
Se livrar das coisas que não ajudam, tirar o peso que só te atrasa, e começar tudo de novo mesmo, de verdade.
Mas é difícil.
Você sempre pensa no que você já tem e não quer arriscar. Você sempre pensa que já está bom e que se melhorar estraga.
E ao mesmo tempo você quer mais.
De que diabos eu estava falando mesmo?
Fala Doente!:
Sexta-feira, Janeiro 19, 2007
"O que nós podemos fazer para conter o efeito estufa, que ameaça o futuro do nosso planeta"
chamada do Fantástico do próximo domingo
O que nós podemos fazer?
Boa pergunta. Aliás, há muito isso vem martelando na minha cabeça.
Quando a gente vê na tv os furacões na Alemanha, a neve na Califórnia, o derretimento das calotas polares na Groelândia e a o caralho a quatro na puta que pariu, fica um sentimento de "meu Deus, preciso fazer algo!"
É, precisa mesmo!
Mas o quê?
Às vezes parece que o mundo é tão grande, tão grande, e tem tanta gente por aí que o que eu fizer parece não ter importância...
Eu posso tentar tomar banhos mais rápidos, desligando o chuveiro enquanto eu passo o shampoo; posso tentar lavar a louça com a torneira fechada enquanto eu limpo os pratos; posso até fazer um esforço e organizar uma coleta seletiva em casa. Mas essas coisas, diante desse imensidão de gente que não faz nada, parecem tão insignificantes, não?
Não!
É mudando aquele vewlho modo de pensar "de-que-adianta-fazer-minha-parte-se-ninguém-faz-nada" que temos alguma chance de mudar alguma coisa. Na atual situação em que o planeta se encontra, qualquer ajuda, por menor que seja, já conta muito.
E o mais importante é começar a prestar atenção em como as pequenas coisas podem influenciar. É aquela velha história do Efeito Borboleta: uma coisinha que eu faço aqui pode mudar sim, e muito.
Pra começar, quando você já tiver percebido que seu banho não precisa durar 30 min, que dá pra ficar menos de 10 min com o chuveiro ligado, convença a sua irmã disso. Pegue no pé da sua mãe para ela fechar a torneira enquanto lava os pratos. Ao invés de fazer coleta seletiva só na sua casa, faça no seu prédio, condomínio, bairro. Influencie as outras pessoas - quanto mais gente aderir aos pensamentos ecológicos, mais chances a gente têm.
Pesquise. Informe-se. O que mais você pode fazer? O Google está aí não só para você achar sites daquela banda que você gosta, mas também para encontrar alternativas. Milhares de pessoas já se preocupam com o meio-ambiente há anos, e fizeram sites para informar as pessoas. Procure. Leia sobre o assunto.
E quando você já estiver informada, informe aos outros. Entre para uma ONG. Arraste a sua melhor amiga junto. Torne-se uma ambientalista pentelha, que se amarra em árvores e boicota as grandes empresas (tá, me animei demais. isso não é uma revolução. Ou é?).
E, para não dizer que eu não dei dicas mais concretas, assista o documentário "Uma Verdade Inconveniente", do político Al Gore (lembra dele? Ele foi o cara que perdeu as eleições para o Bush. Depois de ver esse filme, você vai realmente achar isso uma pena.). Talvez não esteja mais em cartaz, mas assim que sair em dvd, alugue. Ou compre. É o tipo de filme que deve ser visto várias vezes, e por todas as pessoas.
E, acima de tudo, se interesse. Sempre.
Fala Doente!:
Quarta-feira, Janeiro 17, 2007
No escurinho do cinema
Segunda à noite passou na Warner o Golden Globe, ou, o Globo de Ouro, uma "prévia" do Oscar.
Bem, eu sou meio (meio?) viciada em cinema, filmes, atores, e afins, então estou sempre assistindo a essas coisas. Além desses pré-requisitos, o fato de, quando de férias, eu passar as noites vendo televisão até as duas da manhã ajudou bastante.
Eu sei que Globos de Ouro e Oscars e premiações assim são meio manjadas, muitas vezes os filmes premiados são aqueles dos maiores estúdios, os mais famosos e tudo mais, deve ter jabá com certeza... Mas eu gosto de ver mesmo assim, afinal, mesmo sendo de grandes estúdios e com objetivos claramente comerciais, muitos dos filmes presentes são muito bons.
Por exemplo, eu assisti Os Infiltrados, do Martin Scorcese, no cinema, e é muito bom mesmo, são quase três horas de filme que você não desgruda os olhos da tela. E vale muito a pena ver o jack Nicholson interpretando o gangster, ele é demais, pena que não ganhou nada. Outro que não ganhou mas merecia foi o Leonardo Di Caprio, está muito bem nesse filme - aliás esse filme é responsável pelo meu novo vício no DiCaprio, há muito ele não é mais só um rostinho bonito e faz uns filmes muito bons, mal posso esperar para ver Diamante de Sangue. O Scorcese acabou ganhando de melhor diretor por esse filme. E outro que faltou ser lembrado na premiação: o Matt Damon, está demais nesse filme, fazendo o bandido infiltrado na polícia.
Mas tem umas coisas nessas premiações que me estressam. Por exemplo, quando um cara que ganha um prêmio fica muito emocionado e começa a falar demais, então os caras do programa colocam a músiquuinha no meio do discurso para o cara calar a boca, isso me estressa muito! Poxa, o cara trabalhou no filme sei lá quantos meses, e quando é reconhecido pelo seu trabalho, não pode nem agradecer direito? Foi o que aconteceu quando o diretor de Babel (com Brad Pitt, Cate Blanchet, Gael Garcia Bernal, passado em três países, promete ser um filmão) foi agradecer pelo prêmio de melhor filme. Foi a última premiação da noite, e eles já estavam correndo com o programa para terminar no horário, então no meio do discurso do cara, colocaram a musiquinha maldita. Ele teve que agradecer a família dele com a incoveniente trilha sonora no fundo e super rápido. Ô falta de educação viu.
Outra coisa que eu não gostei muito: o filme do Clint Eastwood ganhou na categoria de melhor filme em línga estrangeira. O filme é de um estúdio americano, o diretor é americano, o dinheiro é americano, mas o filme se passa no Japão e é todo falado em japonês, então concorreu nessa categoria. Eu não achei muito justo, afinal essa é a única categoria em que filmes de outros países têm chances, como o Volver, do Almodóvar (também vi no cinema, é muito bom), e filmes Mexicanos, e alemães... É uma forma de dar oportunidade de se reconhecer filmes estrangeiros, e eles premiam um filme americano?
Enfim, essas coisas me deixam meio estressada, mas no final das contas eu sempre acabo assistindo a essas coisas, mesmo sabendo que talvez sejam meio manjadas e tudo o mais.
Férias, fazer o quê?
Sempre acabo na frente da televisão vendo filmes até as duas horas da manhã.
Fala Doente!:
Terça-feira, Janeiro 09, 2007
Eu sei que já escrevi sobra amizade faz pouco tempo (dia 13.12, para ser mais precisa), mas parece até que é destino: o tema da redação da fuvest era esse mesmo, amizade. Eu acho até que fui bem, já tinha o texto quase pronto na cabeça graças ao post (quem disse que blogs não servem pra nada?), até citei Virgínia Woolf (que eu citei no post). Não quero escrever mais um texto sobre o assunto, mas quero por uns textos aqui, de gente que sabe escrever melhor que eu, talvez (hehe).
O primiero estava na coletânea que a fuvest preparou para a redação; o segundo estava naqueles livrinhos com a solução da prova que o etapa preparou; e o último estava na minha páginas de scraps, em uma daquelas correntes de Feliz Natal que todo mundo recebe.
"Em primeiro lugar (...), pode-se realmente "viver a vida" sem conhecer a felicidade de encontrar num amigo os mesmos sentimentos? Que haverá de mais doce que poder falar a alguém como falarias a ti mesmo? de que nos valeria a felicidade se não tivéssemos quem com ela se alegrasse tanto quanto nós próprios? Bem difícil te seria suportar adversidades sem um companheiro que as sofresse mais ainda.
(...)
Os que suprimem a amizade da vida parecem-me privar o mundo do sol: os deuses imortais nada nos deram de melhor, nem de mais agradável."
Cícero (pensador da Antigüidade Clássica), Da amizade.
"O amor faz promessas que afinal não cumpre; a amizade cumpre promessas que afinal não fez"
Antigo ditado português.
Um dia a maioria de nós iremos nos separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos. Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim...do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar quem sabe nos e-mails trocados. Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens...Aí os dias vão passar, meses, anos, até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo. Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: "Quem são essas pessoas?" Diremos que eram nossos amigos e isso vai doer tanto! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida! Então é preciso cultivar a amizade dia a dia.
autor desconhecido (ao menos por mim!).
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Acabou a fuvest, finalmente (e, pelo menos para mim)!
Que engraçado. Passei um ano inteiro me preparando para ela. E, ainda assim, não me sentia nem um pouco preparada na hora. Talvez não estivesse mesmo. Talvez todo mundo se sinta assim.
História engraçada: quando eu estava indo fazer a prova, tinha acabdo de descer do ônibus, esperando o farol abrir para poder atravessar a rua, pára uma menina do meu lado.
- oi, você sabe onde é a faculdade Rio Branco?
- Sei sim, e estou indo para lá, se você quiser eu te levo - respondi. Era lá que eu estava fazendo as provas. - Você vai prestar a fuvest? - perguntei, para puxar assunto.
- Vou sim.
- Ah, tá prestando pra quê?
- Letras.
Maravilha, a última coincidência que eu queria que acontecesse comigo. te todas as cinco milhões quatrocentas e quarenta mil carreiras que tem na USP, a menina que veio me pedir informações estava justamente prestanto para o mesmo curso que eu. Só me restava responder uma coisa:
- Então não vou poder te mostrar o caminho...
(risadas)
- Por que, você tá prestando Letras também? Ah, eu...
E aí a conversa foi indo. E, para ajudar, a menina me diz que fez 73 pontos na primeira fase. Ela devias estar brincando comigo. Depois ela disse que nem queria fazer isso, já estava matriculada em uma faculdade de Moda. Ela só podia estar brincando comigo.
Levei a menina até a facul, disse tchau, e entrei.
A última coincidência que eu queria naquela hora!
Fala Doente!:
Sábado, Janeiro 06, 2007
"Dia perfeito para na esquina e diz good bye"
Cachorro Grande
Ahá!
Quando eu já tinha escrito um texto falando que eu tinha esquecido o texto que eu ia escrever, eu lembrei o texto que eu ia escrever!
...
Complicado?
Não importa, o que importa é que eu voltei de viagem cheia de vontade de escrever nesse humilde blog que começa mais um ano atrasado como sempre (já é dia 6 de janeiro e só agora que eu atualizo? tsc tsc tsc...)
Enfim, vamos ao que importa. Antes, eu preciso contextualizar - como sempre, eu tenho que dar voltas e voltas até chegar no que interessa.
Esses dias eu fui viajar para Florianópolis com meus tios, primos, irmã e uma companhia inusitada: um monte de americanos. Meu primo fez intercâmbio faz uns anos, e a "família" dele veio visitá-lo pela segunda vez esse mês, mais os outros caras que fizer intercâmbio lá também. E fomos todos viajar, porque os gringos adoram viajar.
Eu fui para floripa com eles, o que foi divertidíssimo, além das praias lindas, do sol de rachar todos os dias, do meu super-bronzeado-não-tão-super-assim, eu ainda pude ter aulas de english de graça. E lógico que isso rendeu momentos inusitados. Várias situaçãoes em que a gente tem que dar uma de tradutora. O problema é que ninguém tem um botão pra trocar inglês/português, e de tanto falar inglês, a gente acabava falando assim com os brasileiros também. Nota para quando a minha tia pedia a comida ao garçons em inglês e perguntava em português para os gringos o que eles queriam fazer.
Nós voltamos de lá na quarta, e quinta fomos todos jantar em São Paulo. E aí aconteceu um negócio que me deixou pensando.
Tínhamos parado o carro do estacionamento, e uma das americans queria pegar um negócio no carro, e eu fui com ela para traduzir. Quando ela chegou no estacionamento falando sem parar (em inglês, claro), o carinha que lá trabalhava perguntou:
- Ela não fala português, não?
- Não, ela é da Califórnia, - eu disse.
- Ah, e o que ela tá fazendo aqui?!
- Tá passando as férias...
- E não tinha lugar melhor pra passar as férias não?! - perguntou, indgnado, o trabalhador.
Na hora eu falei "eles adoram o Brasil", peguei as coisas no carro e saí com ela. Mas depois eu fiquei pensando...
Como assim "não tnha lugar melhor?"?
O Brasil é um dos melhores lugares do mundo para se conhecer. Eu sei que nós somos pobres, a economia é uma bosta, só tem político corrupto, um monte de analfabeto e tudo mais. Eu sei que temos que prestar atenção nos nossos problemas pra poder mudá-los. Mas enquanto o brasileiro não souber dar valor à sua pátria, fica difícil.
Esses americanos que eu falei adoram o Brasil. Estiveram aqui pela segunda vez e planejam vir de novo. Não adoram apenas as praias lindas que conheceram, mas adoram as pessoas, a cultura, principalmente. Se eles, que vêm de uma superpotência, são capazes de admirar as nossas riquezas, como nós não fazemos o mesmo?
Afinal, temos tantos problemas... Se não valorizarmos nossas riquezas, não teremos nada. Baixo-auto-estima só atrapalha.
Ainda por esse tema, outro dia eu estava assistindo o programa da Oprah (sim, eu assisto a isso), e estava lá o Will Smith divulgando seu novo filme, que parece ser muito bom (The Pursuit of Hapiness - não sei em português). É sobre a história real de um cara que era sem-teto e tinha um filho pequeno que lutou para conseguir um emprego, criar um filho, e mudar de vida. Antes eles tinha que dormir no banheiro do metrô e hoje ele é milionário. É mais umas daquelas histórias de superação típicas do cinema americano, mas que são boas lições de vida, ao meu ver.
Enfim, estava tudo muito bom, até que a Oprah diz:
- Eu acho que está é uma história que só poderia acontecer nos Estados Unidos.
Quê?!?!?!
Quer dizer que só um estadunidense seria capaz de se superar e reverter sua condição social? Nenhuma pessoa, em nenhum outro lugar do mundo seria capaz de tal fato?
Por quê? Somos assim tão inferiores?
A primeira pessoa que me veio na cabeça foi o Silvio Santos - um camelô que hoje possui a segunda maior emissora de tevê do país, e até onde sei, brasileirissímo.
Sei lá. São coisas que eu fico pensando, deve ter alguma coisa errada aí. Primeiro, um brasileiro se rebaixando; segundo, americanos se idolatrando.
Só acho que devia ter um meio-termo.
Caramba, escrevi tanto que acho até que me perdi um pouco. Esse ano eu comecei revendo muitas coisas, sobre o modo como nós nos comportamos e os reflexos que isso tem. Eu vou tentar esclarecer isso melhor, mas não agora.
Amanhã tenho minha prova da fuvest, deixo para queimar meus neurônios depois!
Fala Doente!:
Segunda-feira, Dezembro 25, 2006
Merry Christmas (I don't wanna fight tonight)
Ramones
Feliz Natal!
Eu não sou católica nem nada, eu nem sei se acredito mesmo em Deus ou no que eu acredito (eu digo não sei porque faz um tempo eu percebi que a minha fé não era aquela coisa, mas eu ainda não parei pra pensar realmente no que eu acredito ou não. Acho que essas coisas de religião e Deus são um mistério).
Mas eu sempre gostei de Natal, sempre o meu feriado favorito. Não é porque ganhamos presentes, como um engraçadinho qualquer pode ter pensado, mas é devido ao tal "espírito de Natal" que todos falam. Acho que todo mundo já leu aquele conto do velinho ganansioso que é visitado pelos espíritos no Natal, que nunca leu deve conhecer a versão da Disney com o Tio Patinhas.
Enfim, o negócio é que no Natal as pessoas todas se lembram de Cristo e em como ele ensinou que nós devemos amar o próximo como se fossem nossos irmãos. Eu não sou religiosa, mas está aí uma idéia que eu realmente gosto: a da solidariedade. Quando nós fazemos as coisas pensando no próximo, não em nós mesmos. Mesmo as coisas mais bestas, como doar os brinquedos que você não usa mais, ou as roupas que você não gostas mais. São coisas inúteis para você, mas importantes para muita gente.
O problema mesmo é esse tal espírito só surgir no Natal; como o mundo seria melhor se fosse assim todos os dias, com todas as pessoas.
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Ok, post ingênuo.
Eu não vou ser hipócrita e dizer que não ligo para os presentes. Eu adoro os presentes. Aliás, eu sou uma pessoa muito fácil de presentear: me dê livros ou cd's que eu fico feliz e contente. Nesse quesito meu pai é muito bom, os melhores presentes que eu já ganhei foi dele que eu ganhei, e são sempre livros. Ontem não foi diferente: ele meu deu O Apanhador No Campo de Centeio, o meu livro favorito (eu já li milhões de vezes, mas não tinha nenhuma edição; agora já estou lendo de novo); e me deu também uma biografia do Renato Russo, O Trovador Solitário. Eu adoro biografias, seja de quem for.
Enfim, adoro Natal!
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Já ficam aqui os meus votos de feliz 2007.
Se for 10% do que foi 2006, pra mim já vai estar maravilhoso... ;)
Fala Doente!:
Quarta-feira, Dezembro 13, 2006
"Amigos são aquelas pessoas capazes de rir das mesmas coisas que a gente"
Virgínia Woolf
Nós estamos sempre conhecendo pessoas dieferentes. Por algum motivo, que nem a ciência, a psicologia, a lietaratura nem eu conseguem explicar direito, nós escolhemos algumas dessas pessoas para passarem a maior parte do tempo com a gente, e a elas chamamos amigos.
É difícil dizer porque justamente aquelas pessoas. Talvez a gente escolha aqueles parecidos conosco. Mas quem nunca teve um amigo beeem diferente de você, mas que você gostava mesmo assim?
As amizades que eu gosto mais são aquelas que crescem de forma espontânea: aquela pessoa que você conheceu um dia e por acaso vocês se reencontraram e conversaram, e a conversa fluía, e depois da outra vez que vocês se viram foi assim, e quando você menos percebeu você já estava sentindo falta.
Para mim amizade tem que ser assim: sem cobranças. Quando somos cobrados com coisas do tipo: "por que você não me ligou?", "por que você nunca sai comigo?", podemos até ser pacientes e tolerantes nas primeiras vezes (como os amigos devem ser), mas com o tempo cansa. E aí dá vontade de responder que "não liguei porque não tive vontade e não enche o saco"...
Mas o mais legal mesmo, pelo menos para mim, é quando um amigo diz "eu gosto muito de você". Porque o tempo passa, e você conhece tal pessoa faz tempo, e você sabe que você gosta dela, mas não tem idéia do que ela acha de você. Tentar fazer amizades é um risco: a gente se expõe, se mostra, mostra os defeitos e qualidades e resta esperar um retorno. Não dá para adivinhar o que os outros pensam de você. Então quando vem um "você é especial" ou "gosto da tua companhia" é muito gratificante. Faz bem para o ego.
Hoje eu recebi algo assim, o que me deixou muito feliz. Com o fim do Cursinho, nós não sabemos como vai ser para manter contato com a galera; fica um clima de despedida triste. A única coisa boa é que é nessa hora - quando estamos dizendo tchau com um sentimento de que é pela última vez - todo mundo diz um para o outro como foi bom esse ano, como foi boa a companhia, o aprendizado, a amizade conquistada e coisas assim.
Que pena que às vezes nós só percebemos o quanto uma pessoa é importante quando achamos que nunca mais iremos vê-la, ou quando sentimos saudade.
É preciso dizer sempre aos nossos amigos o quanto eles são importantes, cultivar as amizades, porque sem amigos a vida perde grande parte da graça...
Eu pelos menos tento fazer isso todos os dias.
upgrade
Coisa lega que eu roubei do blog da Sista: escolha uma banda e responda só com o nome de músicas dessa banda:
Banda: Cachorro Grande
01. Você é homem ou mulher?
Velha amiga
02. Descreva-se
Bom Brasileiro
03. O que as pessoas acham de você?
Lunático, que se dane...
04. Como descreveria seu último relacionamento amoroso?
Insatisfeito
05. Descreva sua atual relação com seu namorado ou pretendente
Situação dramática!
06. Onde queria estar agora?
Debaixo do Chapéu
07. O que pensa a respeito do amor?
Você pode até pegar
08. Como é sua vida?
Dia perfeito (nem tanto, massss...)
09. O que pediria se pudesse ter apenas um desejo?
O dia de amanhã
10. Escreva uma frase sábia
Quantas vezes tenho que te falar? "O seu dia ainda vai chegar"
11. Agora se despeça
as próximas horas serão muito boas!
Fala Doente!:
Domingo, Dezembro 10, 2006
Odeio domingos.
São angustiantes.
Não há muito o que se fazer aos domingos. Nada bom passa na tv. Nada bom toca nas rádios. Nada bom nos jornais ou revistas.
Aos domingos a cidade parece que fica morna. Nós não vemos os amigos porque estão todos em casa. E em casa não há nada para se fazer!
Eu fico angustiada... Parece que a vida está passando e mais um dia sendo desperdiçado. Eu fico pensando demais... Pensando em coisas que não devia. Pensando em como vai ser essa semana que vai começar amanhã. Não devíamos pensar nas coisas que virão, afinal, a gente sempre acaba pensando que coisas ruins vão acontecer e se perocupa com antecedência por coisas que talvez nem acontecerão.
Domingos deviam ser dias para descansarmos, não pra nos angustiarmos.
Eu quria que o telefone tocasse agora. Com uma boa notícia do outro lado da linha. Com uma idéia brilhante, um convite inegável, uma companhia.
Só uma companhia.
Fala Doente!:
Segunda-feira, Novembro 27, 2006
"Try, try, try just a little bit harder
So I can love, love, love him, I tell myself
Well, I'm gonna try yeah, just a little bit harder
So I won't lose, lose, lose him to nobody else.
Hey! Well, I don't care how long it's gonna take you
now,
But if it's a dream I don't want
No I don't really want it
If it's a dream I don't want nobody to wake me.
[ Try (just a little bit harder) - Janis Joplin ]
Hey... Lendo os velhos posts deu uma vontade de escrever aqui de novo!
Mesmo com a grande possibilidade de que ninguém leia mesmo... Não importa, vontade de escrever pra mim, faz tempo que eu não escrevo sobre algo porque eu quero (não porque é tema da Redação na aula..). Acho até que não sei mais como faz!
Ontem foi a fuvest.
Engraçado: eu passei um ano inteiro me preparando pra uma prova, para a fuvest. Eu estudei dias e dias, deixei de ir pra praia ver amigos, deixei de sair, de ouvir música, mexer no pc e todas aquelas coisas bobas e boas de se fazer. E não me entendam mal: não deixei de me divertir. O cursinho foi ótimo, de verdade. Fiz vários amigos e consegui me divertir muito com eles mesmo estudando. Estudamos juntos, ajudamos uns aos outros... Enfim, desse jeito o ano passou rápido.
E ontem chegou o dia.
Eu tinha certeza que eu ia ficar nervosa.
Mas, como bem disse meu cunhado, ir mal na prova porque não sabe a matéria é aceitável. Mas ir mal porque pipocou é lamentável...
E, afinal de contas, era só uma prova.
A gente acha que vestibular é a pior coisa de todos os tempos. Mas na verdade, é só mais uma prova. das muitas pelas quais nós passamos na nossa vida. Quantas vezes você teve que tomar uma decisão difícil? Quantas vezes te colocaram contra a parede? E você achou que não ia conseguir. Agora quando você relembra, você percebe que era muito simples.
Engraçado... passei um ano inteiro pensando nessa prova. E já foi.
Já passei.
Agora é pensar na próxima fase, na próxima prova, das muitas que virão...
Depois dessa, eu tiro de letra. ;)
Fala Doente!:
Domingo, Setembro 03, 2006
"I'm a material girl, living in a material world"
[ material girl - madonna ]
Tem uma menina que adora comprar roupas.
Ela só usa roupa de marca: forum, colcci, guraná brasil, etc e tal...
A mãe dela é cheia da grana, então quando ela está à toa, ela vai no shopping, ou passa um dia no salão de beleza, pra refazer as luzes no cabelo, pintar as unhas, sabe como é.
Quando ela chega na escola, de salto alto, chapinha e maquiagem, sempre tem aquelas meninas (por que sempre as meninas?) que não perdoam: "olha que tosca, fica se arrumando toda pra vim pra escola só pra se jogar em cima dos meninos" ou "ela é muito fútil, ela devia se preocupar com estudar, não com a cor do esmalte".
Mas o que as maldosas não sabem, é que essa meninas se preocupa com outras coisas. Ela é inteligente, lê jornal, e ajuda instituições.
Ela gasta dinheiro com roupas, cds e maquiagem, mas ela sempre compra presentes pras crianças carentes no Natal.
Será que a gente pode dizer que ela é fútil?
Ás vezes futilidade parece tão óbvia, mas existe muitos pontos de vista. Uma coisa que poder ser fútil isoladamente, muda bastante quando outras coisas entram em jogo.
Mas é claro: isso quando outras coisas entram no jogo. Se essa menina vivesse isolada no mundinho dela, talvez eu poderia dizer que ela é fútil. Talvez.
Quem sou eu pra falar alguma coisa, né?
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Estou aqui de volta ao meu velho e abandonado blog, com um incentivo a mais (a ser explicado em futuros posts, se tudo der certo). Desculpem o hiato!
Fala Doente!:
Sexta-feira, Julho 21, 2006
"Try just a little bit harder..."
Janis Joplin
ÊêÊê, mais de um mês sem postar, eu estou me superando hein.
Às vezes eu me pergunto se esse blog sobrevive muito mais...
Se eu devia deixar esse blog sobreviver muito mais.
Afinal, essa escasses (ou escassez? esqueci como esecreve... alguém tem um dicionário aí?) de posts não leva ninguém a lugar nenhum e já faz um tempo que eu não posto algo útil (se é que teve alguma vez que eu postei algo realmente útil...).
Mas é que eu não consigo me desligar do ...sHit, meu único jeito de por umas idéias pra fora.
Estudando feito uma nerd, nem dá vontade de ligar o computador, mas como eu estou de férias faz três semanas (essa é a última! segunda eu volto pra labuta) deu vontade de vir aqui... se é que alguém ainda lê isso! Tudo bem.
Eu ando tendo umas idéias mirabolantes, ando passando por uma nova crise existencial (já estou me acostumando com isso) e eu quero mudar umas coisas. Vamos ver se esse blog num acorda.
Bem, isso foi só pra atualizar mesmo. Pra mostrar que ainda tô viva!
Fala Doente!:
Sábado, Junho 10, 2006
"Eu sou aguardente, podem me rotular
definam o meu gosto, sabor, paladar
composição química, graduação, destilação
bosta, tripa, pus, catarro, secreção
Rotule - me - Já!"
Mukeka di Rato - Rótulo
A gente tem mania de rotular as coisas. Tudo, tudo mesmo, até as pessoas a nossa volta.
Rotular coisas até que é fácil. Ou o chocolate é ao leite ou tem amendoim, ou a bolacha é de baunilha ou de morango, pronto, simples assim.
Mas pessoas... aí complica. Humano é tão complexo, que com uma palavra só não dá pra dizer tudo. Às vezes é difícil da gente descrever a nós mesmos (já teve alguma vez que você foi lá atualizar o seu perfil no orkut, viu aquela perguntinha "quem eu sou:" e ficou se perguntando o que/como escrever?). Imagina então falar de uma pessoa que você só viu uma vez, por pouco tempo, e nem deu tempo pra conversar? Não dá pra dizer nada.
Só que mesmo sabendo disso, a gente não tem como evitar. É só ver aquela menina de franjinha e camiseta preta pra falar que ela é emo, ver aquele garoto de corrente e bermudão pra falar que ele é maloqueiro. É difícil de se conter. Eu sei bem disso, porque é uma mania minha me decidir se eu gosto ou não de alguém baseada em primeiras impressões. E como eu erro! A minha melhor amiga é uma menina que eu não fui com a cara quando eu conheci, e não gostava dela durante um tempão. Meus amigos do cursinho são pessoas que eu não achei interessantes da primeira vez que eu vi. Já pensou se eu não tivesse dado um chance pra eles? Eu tava ferrada.
Porque aquela menina de franjinha pode até gostar de emo, mas ela pode gostar de chico buarque e novela também. O menino de bermudão pode ser um cara muito inteligente que faz faculdade de direito. Enfim, ninguém pode saber como outra pessoa é só de olhar uma vez e pronto. Às vezes tem pessoas que você conhece a anos, e mesmo assim não sabe tudo sobre elas, imagina pessoas que você conhece a cinco minutos.
Isso foi uma das coisas que eu aprendi quando eu vim pra São Paulo. Antes eu tinha a mania de estabelecer pré-conceitos sobre os outros, achando que eu era muito esperta. Esse ano, depois de conhecer tanta gente nova, eu entedi que as coisas são muito mais complicadas. Até quando eu vou falar de mim, eu não consigo achar um "rótulo". Já desisti. Rótulo eu deixo pra refrigerante.
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espero que eu consiga!
(depois eu explico. não vou contar agora pra não dar azar! hehe).
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update para a frase da semana:
Victor, meu primo, diz:
"Estou muito feliz por estar na cama dividindo a minha bala de goma com você. São as pequenas coisas da vida que se tornam as mais memoráveis lembranças."
ps.: não foi cometido um incesto. ele estava na cama, e eu na cadeira, tá?
Fala Doente!:
Domingo, Maio 28, 2006
Mas uma vez, fiquei um tempão sem postar.
Tudo bem, sobreviveremos a isso (eu espero).
E eu estou aqui descansando de uma semana estressante, de um simulado que eu acabei de fazer (e acertei menos que eu esperava, mas tudo bem, de novo, sobreviveremos a isso). E estou aproveitando que finalmente consegui tempo para parar e ouvir os cds do The Doors que uma amiga me emprestou faz uma semana e eu ainda não tinha conseguido ouvir. Aliás, agora deu pane aqui no som, que raiva.
Pronto, agora que eu resolvi os problemas, posso continuar.
Eu tava aqui pensando como é bom parar e ouvir uma coisa nova. Tá, desde quando The Doors é coisa nova, você pode estar pensando, meu caro leitor(a) (sempre quis dizer isso). Acontece que pra mim é novo, eu nunca tinha escutado um cd do Doors. Eu só conhecia duas músicas dele, aquela "come'on baby light my fire" que todo mundo conhece e People Are Strange, que todo mundo devia conhecer.
O legal de música é que sempre tem coisa boa por aí e você nem faz idéia. Dá pra perceber bem isso aqui em São Paulo, quando eu vou nuns shows nuns bares undergrounds lá no c* do mundo, que eu eu vejo um monte de banda. Tá, um monte é uma porcaria, mas às vezes a gente acha uma coisa interessante. Último fim de semana eu vi uma que os caras tocavam com uns trombetes, ou sei lá o que era aquilo. Muito louco! É rock diferente.
O foda é que tem pouca gente que tem paciência pra escutar as porcarias esperando chegar as coisas boas. Muitas vezes quando chegar a hora das bandas boas tocarem, o público já foi embora, o bar já tá fechando e isso dá mó desânimo. E aí num dá.
Mas quem gosta de música num pode deixar isso acontecer. Tem que sempre cavar por aí, achar as bandas boas e prestigiar. Nos tempos de internet, é muito fácil achar coisas novas e legais, que ninguém conhece.
Eu tô sempre procurando!
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Essa TODO mundo tem que conhcer. É muito da hora!
The Doors - People Are Strange
People are strange, when you're a stranger
Faces look ugly when you're alone
Women seem wicked, when you're unwanted
Streets are uneven, when you're down
When you're strange- faces come out of the rain (rain, rain)
When you're strange- no one remembers your name
When you're strange, when you're strange, when you're str-ange
Fala Doente!:
Segunda-feira, Maio 08, 2006
is it something I'll regret?
why do I want what I can't get?
I wish it didn't have to be so bad
wendy clear - blink 182
Por que aquilo que a gente não pode ter é sempre o que a gente mais quer?
Hein, hein, hein?
É verdade. É só dizer: "não, isso não pode", que pronto, fudeu, é isso ae que eu quero.
O cara que já tem namorada, o show que você não tem dinheiro pra ter, o filme que você não pode ver, a viagem que você num pode fazer seja por sei lá qual motivo.
É sempre assim. As coisas que a gente mais quer são as mais difícieis de se conseguir. São aquelas coisas que todo mundo diz pra você: "meu, desiste, você nunca vai conseguir isso!". Pronto. É só falar isso que dá mais vontade de correr atrás, de fazer de tudo, de conseguir, só pra dizer "viu, otário?".
Quando a gente consegue, firmeza. Ou quando a gente sabe que, não importa o que todo mundo tá dizendo, é só a gente se esforçar pra caralho que a gente consegue, firmeza também.
Agora, e quando a coisa que você mais quer, é justamente aquela que você mesmo sabe que não dá? Que depois de tanto tempo tentando, esperando, num aconteceu, e não vai acontecer mesmo, porque não depende de você, depende de outras pessoas que não tão com a menor vontade de mudar as coisas. E aí, o que a gente faz nessas horas?
É foda, porque não importa, por mais óbvio que seja, no fundo, no fundo, a gente sempre tem uma esperança. maldita esperança que nunca morre. Que às vezes é a sua salvação, às vezes sua maldição.
Nessas horas você tem que... Sei lá. Não vou tentar enganar ninguém dizendo que eu sei o que fazer quando num tem nada a ser feito. Num tem mesmo. Porque esperança, essa maldita, num morre. E você vai ficar sempre esperando que as coisas impossíveis sejam possíveis pra você. Só que não adianta ficar dando murro em ponta de faca. O jeito é seguir em frente, buscar outras coisas, enquanto no fundo você tá sempre querendo a mesma. E se uma hora você der sorte, e conseguir, beleza. Aproveita. E se não der, pode ter certeza (bem, pelo menos eu espero que seja assim!) vão aparecer outras coisas que vão se tornar mais importantes. E quando você menos perceber, aquilo que era tão importante, vai ser só uma lembrança. Uma lembrança de que na vida, nem tudo sai do jeito que a gente quer. Mas isso não quer dizer que não possa sair certo.
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"Razão, de que me serve o teu socorro?
Mandas-me não amar, eu ardo, eu amo;
Dizes-me que sossegue, eu peno, eu morro."
Bocage
Fala Doente!:
Terça-feira, Abril 25, 2006
Todo dia nessa minha labuta eu trabalho feito um filho da puta
Se ao menos eu ficasse mais rico, mas que nada, tô pedindo pinico
Domingo eu vou pra praia, domingo eu vou pra praia
Pode parar tudo, eu vou pra praiaaaaaaaa
Ultraje a rigor
Meeeeeuu, tô na crise-tosca-típica-de-vestibulando!
Que coisa ridícula, que eu achei que nunca ia ter, mas que essa semana está mostrando os primeiros sintomas...
Estresse, ansiedade, desespero, vontade de estudar, estudar, estudar, e sentimento de "não importa o quanto eu estude, não vai adiantar"!
Isso é loucura.
Só estudo todo dia.
Num lembro a última vez que eu entrei no msn.
Só vejo meus scraps uma vez por semana.
Num tenho tempo de pensar num post decente.
E agora eu tô morrendo de sono (são 9h30!!!! ontem eu fui durmir às 8h30!!!!).
Nessas duas semanas que eu tive feriado eu folguei e estudei dois dias só. Maldita decisão. Agora a minha matéria tá toda atrasada. Eu sou uma idiota....
Tá vendo????
Eu tô doente.
Num é possível.
Eu vou num pscicológo.
Eu tenho sérios problemas....
Agora eu vou dormir, pra amanhã... Estudar mais!
Fala Doente!:
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